terça-feira, 24 de maio de 2016

Fernando Pessoa



Falar de Fernando Pessoa não é apenas falar do maior poeta de língua portuguesa do século XX, mas é, também, falar de uma personalidade extrema­­mente controvertida (como a de todo o gênio) e de uma obra vasta, afinal, Pessoa é vários poetas num só. Criou diversos heterônimos,deixando uma complexa e incomparável obra literária.

Fernando António Nogueira Pessoa, ou apenas Fernando Pessoa, foi um dos maiores escritores da literatura universal e um dos mais aclamados e respeitados poetas da língua portuguesa e da língua inglesa. A figura misteriosa, cuja genialidade fez nascer diversos heterônimos com estilos e biografias próprios, é sinônimo de multiplicidade e versatilidade literária.

Nascido no dia 13 de junho de 1888 na cidade de Lisboa, Portugal, Fernando Pessoa perdeu o pai aos cinco anos de idade, vítima da tuberculose. Passou a infância na cidade de Durban, África do Sul, onde seu padrasto era cônsul português. Aprendeu o inglês e nesse idioma publicou vários livros, sendo que, em vida, o único livro publicado em língua portuguesa foi a obra “Mensagem”. O vasto conhecimento da língua inglesa permitiu que Pessoa traduzisse vários autores, entre eles Lord Byron, Shakespeare e as principais histórias de Edgar Allan Poe, entre elas “O Corvo”.
Foi um dos idealizadores e também diretor da revista Orpheu, considerada a mais influente e importante publicação modernista. Foi considerado pelo crítico literário Harold Bloom um dos 26 melhores escritores da civilização ocidental, importante representante não só da literatura em língua portuguesa, mas também da literatura em língua inglesa.

Quanto mais se pensa que sabia de Fernando Pessoa, quanto mais se investigam seus heterônimos, seus escritos deixados em velhos baús e, principalmente, o misticismo latente de sua vasta obra poética, mais se desvela, mais luz do Alto nos chega refletida em tremenda pureza!

Poema em linha reta
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado
[sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe — todos eles príncipes — na vida…
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos — mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Fernando Pessoa




Fernando Pessoa, o Heteropoeta da Língua Portuguesa Impossível falar de Poesia em Língua Portuguesa e não lembrar de um dos maiores representantes desse gênero.
Entre seus principais heterônimo Alberto Caeiro, considerado o mestre de todos os outros, Ricardo Reis e Álvaro de Campos. Há ainda Bernardo Soares, um semi -heterônimo, assim denominado por apresentar uma linguagem e visão de mundo muito parecidas com a do próprio Pessoa e, conforme suas palavras, Bernardo era como ele, mas desprovido de seu raciocínio e afetividade.
Fernando Pessoa procurou reproduzir em sua literatura algumas questões que o perseguiram durante a sua vida, como por exemplo, o desdobramento do “eu” e a multiplicação de identidades. Ao construir heterônimos tão diferentes e de altíssimo nível literário, ele só prova o quanto é genial; é tanto talento que não cabe em uma pessoa só.

É o próprio Pessoa que assina um dos poemas mais conhecidos em todo o mundo:

Se te queres matar Se te queres matar, porque não te queres matar?
Ah, aproveita! que eu, que tanto amo a morte e a vida,
Se ousasse matar-me, também me mataria...
Ah, se ousares, ousa!
De que te serve o quadro sucessivo das imagens externas
A que chamamos o mundo?
A cinematografia das horas representadas
Por actores de convenções e poses determinadas,
O circo polícromo do nosso dinamismo sem fim?
De que te serve o teu mundo interior que desconheces?
Talvez, matando-te, o conheças finalmente...
Talvez, acabando, comeces...
E de qualquer forma, se te cansa seres,
Ah, cansa-te nobremente,
E não cantes, como eu, a vida por bebedeira,
Não saúdes como eu a morte em literatura!
De todos os amores por mim vividos até hoje, o seu foi o mais intenso. De toda a saudade, a sua foi a mais forte. De todos os beijos, o seu foi o mais gostoso. De todo calor, o seu foi o mais ardente. De todas as almas, a sua foi a mais gêmea. De todas as amizades, a sua foi a mais verdadeira De toda ânsia de ver a toda a hora a pessoa amada, a sua foi a que mais transpareceu. De todas as esperanças de ter um amor eterno, o seu foi o que teve mais crédito. De toda a vontade de ficar junto, a vontade que me domina é a sua. Por isso de todos os amores eternos por mim prometidos, O seu será o único cumprido. 
Fernando Pessoa

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Carta do cacique Seattle, da tribo Suquamish, para o presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce).

Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios.
Uma emoção muito grande toma conta de mim, a cada leitura!


O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também da sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Nós vamos pensar na sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará a nossa terra. O grande chefe de Washington pode acreditar no que o chefe Seattle diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na mudança das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas, elas não empalidecem.
Como pode-se comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do brilho da água. Como pode então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre as coisas do nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo.
Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é igual ao outro. Porque ele é um estranho, que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, nem sua amiga, e depois de exaurí-la ele vai embora. Deixa para trás o túmulo de seu pai sem remorsos. Rouba a terra de seus filhos, nada respeita. Esquece os antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância empobrece a terra e deixa atrás de si os desertos. Suas cidades são um tormento para os olhos do homem vermelho, mas talvez seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende.
Não se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o zunir das asas dos insetos. Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é terrível para os meus ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo à noite? Um índio prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho d'água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com aroma de pinho. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar, animais, árvores, homens. Não parece que o homem branco se importe com o ar que respira. Como um moribundo, ele é insensível ao mau cheiro.
Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso que um bisão, que nós, peles vermelhas matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo quanto fere a terra, fere também os filhos da terra.
Os nossos filhos viram os pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio e envenenam seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias. Eles não são muitos. Mais algumas horas ou até mesmo alguns invernos e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nestas terras ou que tem vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará para chorar, sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso.
De uma coisa sabemos, que o homem branco talvez venha a um dia descobrir: o nosso Deus é o mesmo Deus. Julga, talvez, que pode ser dono Dele da mesma maneira como deseja possuir a nossa terra. Mas não pode. Ele é Deus de todos. E quer bem da mesma maneira ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. Causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo Criador. O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças. Continua sujando a sua própria cama e há de morrer, uma noite, sufocado nos seus próprios dejetos. Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos selvagens, quando as matas misteriosas federem à gente, quando as colinas escarpadas se encherem de fios que falam, onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça; o fim da vida e o começo pela luta pela sobrevivência.
Talvez compreendêssemos com que sonha o homem branco se soubéssemos quais as esperanças transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais visões do futuro oferecem para que possam ser formados os desejos do dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos temos que escolher o nosso próprio caminho. Se consentirmos na venda é para garantir as reservas que nos prometeste. Lá talvez possamos viver os nossos últimos dias como desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueça como era a terra quando dela tomou posse. E com toda a sua força, o seu poder, e todo o seu coração, conserva-a para os seus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum."

PAU QUE DÁ EM DILMA DÁ EM JUCA !!!!

Não existe licença de ministro. E o Jucá também não pode reassumir como senador antes de 120 dias. Então ele fica sem foro até lá. Ministro licenciado de governo interino é boa. O cara nem macho pra pedir demissão foi, e nem o Temer pra demiti-lo.
A máxima mais apropriada para o momento é: PAU QUE DÁ EM CHICO DÁ EM FRANCISCO. Do mesmo modo que LULA foi impedido de ser ministro, esse JUCÁ tem de ser também assim como outro qualquer que estiver sob condição suspeita. Não sou TERMERista nem DILMIista, nem LULista, nem Aecista, nem Marinista, nem BOLSONArista, nem MILITARista e muito menos ANARQUISTA , SOU BRASIL!

Se a proposta de um novo governo era o combate a corrupção, deveria ter escolhido melhor seu primeiro escalão, colocado pessoas que estivessem fora das denúncias, a forma como se apresenta deixa claro que as escolhas foram produtos de acordos com o objetivo de proteger os envolvidos na operação lava jato, se tinham mecanismo ou não, pelo menos para eles existe a possibilidade, fato que já depois do impedimento da presidente houve decisão do supremo em favor de político citado na lava jato. Não sou pessimista, acho que o Brasil tem jeito, e a solução está nas mão dos políticos que aí estão, pois a grande maioria é composta de homens capacitados e de compromisso, basta eles olharem para si, lembrar do que os motivou para o ingresso na vida pública, esquecer a sigla a que estão vinculados e dizer: sou brasileiro, meu compromisso é com o meu país e vou representar o meu povo. Acreditem, isso é possível.

A LAVA JATO É A ÚNICA ESPERANÇA DO POVO BRASILEIRO!

A Lava -Jato precisa mais é ser protegida e incrementada, isso, sim. Acabar com a Lava -Jato? Jamais! Isso faria o Brasil mergulhar num abismo, sem possibilidade de salvação. Tentar acabar com a Lava -Jato é de uma desfaçatez sem tamanho. Uma desgraça. O país não suportaria mais essa falta de vergonha.

Jucá não é santo, metade do Senado não é santa, Metade da Câmara não é santa. Temer é PMDB (que não é santo), recebeu a incumbência de botar o Brasil nos eixos. Foquemos neste fato. No mais, o STF que cuide de seus clientes de foro privilegiado. Que Deus proteja o Sérgio Moro! Estou torcendo para que o governo Temer de certo, para que ele esteja realmente com boas intenções, mas acho que começou errado trazendo Romero Jucá para o governo, e agora mais do que nunca se vê que foi realmente um erro
Lá em Brasília não tem santo, quando a gente pensa que as coisas estão se arrumando vem uma nova bomba.
Quando será que vamos ter pessoas responsáveis no comando deste País????.
Tiramos uma cabeça. Dilma. Agora falta os ratos.

Para por fim a essa sacanagem política precisaria antes de qualquer medida ACABAR com foro privilegiado para políticos. A justiça até deveria ser mais forte porque essas pessoas representam o povo. Mas enquanto essa mamata não termina, acho que o STF deveria agilizar todos os processos sobre corrupção, caso contrário o país não conseguirá sair dessa crise.

Se Romero Jucá quer estragar o governo de Temer, é simples, que continue ministro !…. O PODER É MEDONHO E NÃO POUPA A NINGUÉM. As pessoas não conseguem enxergar os limites e se colocam e se apresentam como verdadeiros deuses.
Romero Jucá já não goza da minha confiança e do meu respeito. O bom exemplo tem que vir de dentro da casa ou, o que será lamentável, teremos saudades da Dilma, A Louca do Planalto e do Bandido Lula Pixuleco.
Estamos vivendo um momento de restauração moral da Nação. Doa a quem doer, um só peso e uma só medida para todos.

Esperemos que se chegue a todos os envolvidos em falcatruas nesse “paiz”.
E que o STF libere o Lula para que ele vá rapidamente para os braços amorosos do Sr Grande, excelentíssimo Juiz Sérgio Moro.
Que o Sr Teori caia na real e alegre o povo brasileiro para que a pior e mais nefasta tranqueira política no Brasil vá sonhar no fundo da prisão em Curitiba.

Guilherme Boulos,liderou mais um protesto contra o governo Temer.

Guilherme Boulos,liderou um grupo em marcha para a casa do presidente em São Paulo, a três quilômetros do Largo. A Polícia Militar já havia feito, àquela altura, três bloqueios para impedir a chegada dos militantes de esquerda. Como não conseguiram chegar ate a residência de Temer, resolveram montar acampamento numa praça próxima da área. A Polícia Militar não permitiu e dispersou os desocupados com jatos d’água, bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral.A manifestação foi comandada pela tal Frente Povo Sem Medo, de que Boulos, chefão do MTST, é um dos coordenadores.
O fanatismo do Sr. Boulos tem 50 tons de lavagem cerebral e só tem explicação na psquiatria. Não é possível que ele e tantos outros não consigam enxergar o caos em que o desgoverno dilma mergulhou o país.

Chega de ouvir esses idiotas de esquerda que só convencem seus asseclas e aos que não procuram as fontes de informação:
CÓDIGO ELEITORAL LEI Nº 4.737, DE 15 DE JULHO DE 1965
Art. 178. O voto dado ao candidato a Presidente da República entender?se?á dado também ao candidato a Vice?Presidente, assim como o dado aos candidatos a Governador, Senador, Deputado Federal nos Territórios, Prefeito e Juiz de Paz entender?se?á dado ao respectivo vice ou suplente.

Não entendo esses petistas remunerados. Eles dizem que não votaram em Temer. Essa situação somente poderia ocorrer se Temer não compusesse a chama com Dilma. Como consequência lógica desse raciocínio, se Dilma tiver seu mandato cassado pelo TSE, então, Temer não poderá ser cassado, pois não compunha a chapa, já que não foi eleito pelos petistas. Seria isso, petistas?

domingo, 22 de maio de 2016

Lula em entrevista à TV venezuelana Telesur,voltou a falar que pode ser candidato à Presidência em 2018.

Ele continua no país das maravilhas, cuja criação partiu dele próprio, e vai continuar com suas sandices e certezas típicas de pessoas rasteiras, talvez um dia cessará, quando for transportado, claro que muito contrariado, para a República de Curitiba! Este cara precisa enfrentar a ira daqueles que ele tanto ataca com inverossímeis palavras cheias de violência e ódio, além das inúmeras mentiras acerca das pessoas. Ora como ousa dizer que o Serra não gosta disso ou daquilo sendo quem é, uma figura sem escrúpulos que necessita uma pá de cal em suas declarações e que ignora que o direito de um indivíduo termina onde se inicia o do outrem.

Durante a semana muito se ouviu falar que Lula estaria doente, depressivo e que talvez até o câncer houvesse retornado. Daí aparece na internet dando entrevista direto do instituto que leva seu nome. O melhor comentário acerca disso foi dado por internauta: Lula passa bem; já mente sem auxilio de aparelhos.

Queixar-se da política de seu país para outro país, e logo aonde? Num país politicamente isolado, sem credibilidade e que chamou de volta seu embaixador no Brasil…Será que não podem ter um gesto de grandeza ao menos para dar um pouco de paz aos brasileiros, tão necessária nesse momento? Alguém acredita que esse pilantra está depressivo, doente? O sujeito é perigoso, não para de tramar. Quanto mais cedo for preso melhor. Seu egocentrismo não permite enxergar o umbigo sujo de lama, já que vive se arrastando no esgoto moral que eLLe implantou no país. Fala em ser candidato em 2018, e com certeza será, candidato à presidência da ala da Papuda que hospeda a cela nº 13, dedicada aos PTralhas. Mesmo assim, acredito que será derrotado.

O que esperam de suas futuras biografias? Será que basta dizer que o presidente tal, no período tal, resgatou a miséria absoluta com cestas -básicas de alimentos e agraciou aos nrgros com diplomas sem mérito? Isto é o bastante ou seria uma incoerência, um país tido como um dos maiores exportadores de produtos da agropecuária, dar esmolas alimentares, porque neste país um número elevado de famílias passa fome? Isto é política ou politicagem? Tem algumas coisas que me incomodam muito mesmo, que é a condescendência com que tratam as tais “políticas de inclusão social”. É preciso expor à luz da economia que esta tais inclusão são ilusórias e nocivas e que jamais beneficiam aos pobres, muito pelo contrário, são pretextos para distribuições de benesses para grupos de privilegiados as custas destes mesmos pobres que querem salvar da pobreza. São políticas que criam pobres aos montes enquanto engorda ratos gordos. Elas são baseadas no dinheiro dos impostos o que significava que são recursos desviado do setor produtivo que cria emprego, bens e riquezas para as despesas do governo com coisas que no fundo são populistas, demagogas e eleitoreiras.

Roubou o país enquanto pôde. Hoje sem o dinheiro dos empreiteiros e das propinas pagas por eles para estender as garras das negociatas petista , continua falando as besteiras de sempre. A justiça deve acelerar os transmites dos inquéritos criminais que esse cidadão sem pátria responde. Acho que , a verdadeira pátria desse indivíduo deveriam ser a Venezuela , Bolívia , Cuba e nunca o Brasil pois de cidadão brasileiro ele não tem nada . Só visou roubar o nosso país para enriquecimento próprio e para seus familiares . Vergonha ter esse indivíduo nos quadro de nossa história como ex-presidente do Brasil.
Lula, o cinismo em pessoa, instalou e espraiou sua cultura de que os fins são mesmo justificados pelos meios. E esses alguns da Cultura devem achar muito normal,e natural, a roubalheira desenfreada da esquerda felizarda. Já viram,ou ouviram, alguns deles, profligarem o assalto aos cofres públicos? Falam de golpes; hipócritas! Tão roubando o suor do povo,escarnecendo dos desvalidos de nosso País e vêm com essa conversinha de bolsa -família, minha casa e outras mais, como se isto os absolvessem de suas falcatruas.

Vai falando, vai falando… porque o cerco está fechando. A água já está na altura do nariz. Pai do mensalão,petrolão, zelotes e afins. Delações várias. Questão de dias já estará em Curitiba. E de lá, encarcerado junto de Dirceu e cia. E ai pode continuar a falar…”FALA MUUUUUUUITO”!!!.

Gibran Khalil Gibran

Sou um estrangeiro neste mundo.
Sou um estrangeiro, e há na vida do estrangeiro uma solidão pesada e um isolamento doloroso. Sou assim levado a pensar sempre numa pátria encantada que não conheço, e a sonhar com os sortilégios de uma terra longínqua que nunca visitei.
Sou um estrangeiro para minha alma. Quando minha língua fala, meu ouvido estranha-lhe a voz. Quando meu Eu interior ri ou chora, ou se entusiasma, ou treme, meu outro Eu estranha o que ouve e vê, e minha alma interroga minha alma. Mas permaneço desconhecido e oculto, velado pelo nevoeiro, envolto no silêncio.Sou um estrangeiro para o meu corpo. Todas as vezes que me olho num espelho, vejo no meu rosto algo que minha alma não sente, e percebo nos meus olhos algo que minhas profundezas não reconhecem. Quando caminho nas ruas da cidade, os meninos me seguem gritando: “Eis o cego, demos-lhe um cajado que o ajude.” Fujo deles. Mas encontro outro grupo de moças que me seguram pelas abas da roupa, dizendo: “É surdo como a pedra. Enchamos seus ouvidos com canções de amor e desejo.” Deixo-as correndo. Depois, encontro um grupo de homens que me cercam, dizendo: “É mudo como um túmulo, vamos endireitar-lhe a língua.” Fujo deles com medo. E encontro um grupo de anciãos que apontam para mim com dedos trêmulos, dizendo: “É um louco que perdeu a razão ao freqüentar as fadas e os feiticeiros.” Sou um estrangeiro neste mundo.Sou um estrangeiro e já percorri o mundo do Oriente ao Ocidente sem encontrar minha terra natal, nem quem me conheça ou se lembre de mim. Acordo pela manhã, e acho-me prisioneiro num antro escuro, freqüentado por cobras e insetos. Se sair à luz, a sombra de meu corpo me segue, e as sombras de minha alma me precedem, levando-me aonde não sei, oferecendo-me coisas de que não preciso, procurando algo que não entendo. E quando chega a noite, volto para a casa e deito-me numa cama feita de plumas de avestruz e de espinhos dos campos. Idéias estranhas atormentam minha mente, e inclinações diversas, perturbadoras, alegres, dolorosas, agradáveis. À meia-noite, assaltam-me fantasmas de tempos idos. E almas de nações esquecidas me fitam. Interrogo-as, recebendo por toda resposta um sorriso. Quando procuro segura-las, fogem de mim e desvanecem-se como fumaça. Sou um estrangeiro neste mundo. Sou um estrangeiro e não há no mundo quem conheça uma única palavra do idioma de minha alma...
Caminho na selva inabitada e vejo os rios correrem e subirem do fundo dos vales ao cume das montanhas. E vejo as árvores desnudas se cobrirem de folhas num só minuto. Depois, suas ramas caem no chão e se transformam em cobras pintalgadas.E as aves do céu voam, pousam, cantam, gorgeiam e depois param, abrem as asas e viram mulheres nuas, de cabelos soltos e pescoços esticados. E olham para mim com paixão e sorriem com sensualidade. E estendem suas mãos brancas e perfumadas. Mas, de repente, estremecem e somem como nuvens, deixando o eco de risos irônicos. Sou um estrangeiro neste mundo. Sou um poeta que põe em prosa o que a vida põe em versos, e em versos o que a vida põe em prosa.Por isto, permanecerei um estrangeiro até que a morte me rapte e me leve para minha pátria. 

 Gibran Khalil Gibran

Seu nome completo é Gibran Kahlil Gibran. Assim assinava em árabe. Em inglês, preferiu a forma reduzida e ligeiramente modificada de Khalil Gibran. É mais comumente conhecido sob o simples nome de Gibran.
1883 - Nasceu em 6 de janeiro, em Bsharri, nas montanhas do Líbano, a uma pequena distância dos cedros milenares. Tinha oito anos quando, um dia, um temporal se abate sobre sua cidade. Gibran olha, fascinado, para a natureza em fúria e, estando sua mãe ocupada, abre a porta e sai a correr com os ventos.
A mais conhecida obra de Gibran é “O Profeta”, um livro composto por vinte e seis ensaios poéticos. Sua popularidade cresceu durante os anos 60, porém ele foi publicado pela primeira vez em 1923. O livro “O Profeta”, nunca esteve fora dos catálogos, e foi traduzido em mais de quarenta idiomas, é um dos livros mais vendidos do século XX, nos Estados Unidos.


Em 10 de abril de 1931, Gibran morreu aos 48 anos, no Hospital São Vicente, em Nova York, o câncer se espalhou em seu fígado, e deixou-o inconsciente. Antes de morrer, ele expressou o desejo de ser enterrado em Bsharri, e deixou uma grande quantia em dinheiro para que fosse enviada ao seu país, para que seus conterrâneos permanecessem no país ao invés de imigrar.

As ruas de Nova York fizeram uma vigília de dois dias para a honra de Gibran, cuja morte foi lamentada nos EUA e no Líbano. Haskell, Mariana e Henrietta organizaram o estúdio de Gibran e suas obras, separaram livros, ilustrações, e desenhos, para realizar o sonho de Gibran. Marianna e Haskell viajaram em julho de 1931 ao Líbano, para enterrar Gibran em sua cidade natal.

Os cidadãos do Líbano receberam o caixão com festa, em vez de luto, regozijavam-se pelo seu retorno à sua terra natal, pois a morte de Gibran aumentou sua popularidade. Após o retorno de Gibran, o Ministro libanês de Artes abriu o caixão e honrou o seu corpo, com uma decoração de Belas Artes. Enquanto isso, Marianna e Haskell começaram a negociar a compra do mosteiro carmelita que Gibran pretendia obter.

Em janeiro de 1932, o mosteiro de Mar Sarkis foi comprado, e Gibran mudou-se para sua última morada. Após sugestão de Haskell, seus pertences, os livros que ele leu, e algumas de suas obras e ilustrações, foram posteriormente, enviados para fornecer uma coleção local no mosteiro, que se transformou em um Museu de Gibran.

                                                              Museu Gibran:
O antigo Mosteiro de Mar Sarkis, é um museu biográfico em Bsharri, norte do país, há 120 km de Beirute, e dedicado ao artista, escritor e filósofo libanês, Gibran Khalil Gibran. Fundado em 1935, o museu possui 440 pinturas e desenhos originais de Gibran, e guarda o seu túmulo. Também inclui os móveis e pertences de seu estúdio, quando ele morava em Nova York, e seus manuscritos privados. O prédio que abriga o museu e seu túmulo, a pedido de Gibran, tinha para ele um significado espiritual, por ter sido um mosteiro do século VII, do tempo do eremita Mar Sarkis (São Serge). Em 1975, o Comitê Nacional Gibran restaurou e ampliou o mosteiro, para abrigar mais exposições, e em 1995, foi novamente expandido.

Próximo ao túmulo de Gibran está escrito:

"Eu estou vivo como você, e de pé ao seu lado... Feche os olhos e ao olhar ao redor me verá na sua frente".

Arrogância.

 
Arrogância

O diálogo abaixo é verídico, e foi travado em outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.
Os americanos começaram na maciota:
- Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.
Os canadenses responderam de pronto:
- Recomendo mudar o “seu” curso 15 graus para sul.
O americano ficou mordido:
- Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o “SEU” curso.
Mas o canadense insistiu:
- Não. Mude o SEU curso atual.
O negócio começou a ficar feio. O capitão americano berrou ao microfone:
- Este é o porta-aviões USS Lincoln, o segundo maior navio da frota americana no Atlântico. Estamos acompanhados de três destroyers, três fragatas e numerosos navios de suporte. Eu exijo que vocês mudem seu curso 15 graus para norte ou então tomaremos contramedidas para garantir a segurança do navio!!
E o canadense respondeu:
- Aqui é um farol, câmbio!

Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos...
Quantas vezes criticamos a ação dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós, quando na verdade nós é que deveríamos mudar nosso rumo...
A arrogância é uma expressão da nossa obsessão por ser maior, mais inteligente, mais grandioso e mais importante do que as outras pessoas, para compensar o que acreditamos estar faltando. Por nos sentirmos tão pequenos e insignificantes, precisamos parecer maiores do que somos para provar que, na verdade, somos especiais. Tentando compensar o medo de não sermos bons o suficiente, adotamos a atitude “sou mais virtuoso que você” e podemos de fato a acreditar que somos melhores do que aqueles à nossa volta. Embora a arrogância possa nos levar a sermos mais informados, bem relacionados e bem-sucedidos, a sua motivação é esconder os nossos pontos fracos e exagerar os nossos pontos fortes. A arrogância proporciona a fachada perfeita, permitindo-nos ser manipuladores, irresponsáveis, controladores e violadores de regras – só para dar alguns poucos exemplos. Ela nos faz olhar de cima a baixo com condescendência para aqueles que consideramos inferiores a nós. (…) A arrogância aparece na nossa vida usando vários disfarces. Ela se mostra em todos os julgamentos que fazemos contra os outros, está por trás das nossas ironias moralistas e nos mantém leais ao que acreditamos ser verdade mesmo quando há provas do contrário bem diante dos nossos olhos.

É preciso consciência e generosidade para não se colocar como dono do saber, considerado que, todo investimento, por mais intenso que seja não consegue dar conta de que somos eternos aprendizes.

Dicionário Gaúcho.

Um dicionário com algumas das traduções para os visitantes se sentirem em casa quando vierem ao nosso pago (província, aldeia). Brincadeiras e respeitos à parte por todos os estados brasileiros e à todas as culturas, vamos traduzir:
- aipim = mandioca ou macaxeira;
- aprochegar = aproximar-se, pode chegar;
- atucanado = atrapalhado, cheio de problemas, estressado;
- auto = carro;
- à toda = em alta velocidade;
- atolegado = atolado;
- atochar ou rasgar = inventar, mentir;
- bah = Interjeição de surpresa, admiração;
- bagual = cavalo manso que se tornou selvagem ou coisa boa da terra;
- baita = grande, crescido, coisa imensa, (muito boa ou muito ruim);
- bagulhete ou troço = alguma coisa, um objeto;
- barbaridade = algo muito chocante e violenta , que cause muito impacto;
- bergamota = tangerina;
- bater as botas = Morrer;
- bidê = Mesinha de cabeceira.
- bichado = cheio de feridas, estragado, podre;
- bolicho = Bodega;
- buenacha = Boa;
- bueno = bom;
- bem capaz = está errado, tu estas viajando, nem morto;
- borracho = bêbado;
- branquinho = beijinho (doce);
- brigadiano = policial militar (chamado aqui de Brigada militar);
- caliente = quente, mulher fogosa;
- cacetinho = pão francês;
- cancha = local para jogar ou mesmo para lida (pode ser cancha de futebol: campo);
- cancheiro = pessoa que tem experiência e/ou habilidade em alguma coisa (futebol);
- carreteiro = arroz campeiro;
- carpim = meia de homem, fina para sapato;
- charla = Conversa (charlar, charlando);
- chapa = dentadura;
- chavear = trancar com a chave;
- chimas = chimarrão, mate amargo;
- chimarrão = mate amargo;
- china = mulher de vida fácil;
- chinoca = mulher (chinoca véia);
- cricri = chato;
- cuecão = ceroula;
- cuiudo/rabudo = cara de sorte;
- cupincha ou índio véio = camarada, companheiro, amigo;
- cusco = cachorro, cão pequeno (expressão uruguaya), também pode-se usar guaipeca;
- colono = gaúcho do interior;
- defensor = zagueiro, quem se defende;
- entrevero = mistura, desordem, confusão de pessoas, animais ou objetos;
- encarangar = morrendo de frio;
- fatiota = terno;
- folhinha = calendário;
- findi = final de semana;
- friaca = muito frio;
- fuca = fusca;
- gaudério = gaúcho; homem pilchado, com traços da região;
- gremista = copeiro ou imortal;
- guria = menina, moça;
- guapo = valentão, bonito, taita;
- guisado = carne moída;
- lomba = ladeira;
- mate amargo = chimarrão;
- melena = cabelo;
- muy = muito (muy amigo)
- mãnha/na mãnha = macete/devagar;
- negrinho = brigadeiro (doce);
- pandorga = papagaio, pipa;
- pangaré = burro, meio besta;
- parelho = liso, homogêneo;
- patente = vaso sanitário;
- pebolim = totó, fla-flu;
- pechada = batida, trombada (entre automóveis);
- peleia = briga;
- piá/guri = menino, garoto;
- pila = palavra regional que dá nome a moeda nacional, no caso o Real (ex: 10 pila, 25 pila. Usa-se sempre no singular);
- pelea = Peleja, briga, combate;
- piazedo = um monte de piás;
- pelotas = cidade ou plural de bola (pelota);
- poncho = Capa de lã com burco para colocar a cabeça;
- prenda = mulher do gaúcho;
- quebra-molas = lombada;
- rango = bóia, comida;
- rancho = fazer compras do mês, fazer feira;
- refri = refrigerante;
- sarjeta = meio-fio;
- sestear = dormir depois do almoço;
- sinaleira = semáforo; sinal;
- dar o sinal = dobrar a direito ou esquerda;
- talho = Ferimento;
- tchê = pessoa, "cara";
- terneiro = bezerro;
- trago = beber, ficar bebado, borracho (tomar um trago);
- tijolo = bola ruim, passe mau feito ou vai chutar um tijolo (expressões do futebol);
- trava = freio, breque;
- treco = uma coisa;
- tri = muito (ex: trilegal, tribonita) três vezes mais;
- trovar ou trovador = Conversar, prosear (baita trovador - no sentido de enganar);
- quarto de banho = banheiro;
- uma-de-pé = Briga, luta;
- usted = Você;
- vareio = Susto, sova, surra (goleada ou banho de bola no futebol);
- xepa, grude, boia = Comida;
- xerenga = Faca Velha;
- veranear = passar o verão;
- vivente = criatura viva, pessoa, indivíduo;trovador
- zunir = ir apressadamente.

sábado, 21 de maio de 2016

Nunca se viu antes neste pais um rombo tão grande!

Considerando ser verdadeiro tudo quanto foi levantado pelo Doutor Meirelles e demais ministros da equipe do Vice Michel Temer, relativamente aos atos praticados pela Dilma nos últimos três meses que antecederam sua saída da presidência, os ministros do STF têm o dever legal de decretar a imediata prisão dela juntamente com o Lula e seus assessores. A Dilma praticou verdadeiras barbaridades bagunçando ainda mais as caótica situação economia/financeira em que deixou o Brasil, tudo para dificultar o governo Temer. Não bastasse tudo isto, a dita cuja ainda está insuflando os movimentos a fazerem quebra-quebra violento, com a volta dos encapuzados, disfarçado de reivindicações sociais.

Até na hora de ser retirada pratica atos incompreensíveis: Nomeia dia 11, um membro da Comissão de Ética da Presidência que toma posse no dia 12. Este Conselho fixa os proventos da ex- Presidente , de forma integral, em total desacordo com a lei, n. 1079, que em seu art. 23, § 5º determina que o salário será de 50% , ou seja a metade dos subsídios e vencimento, até sentença final.
Incompreensível e inaceitável ter-se posto 22 assessores a seu dispor, tendo em vista a suspensão do exercício das função que exercia legalmente. Junto com a suspensão vem a impossibilidade de ter tantos assessores. A mediocridade sempre imperou nas pequenas e grandes coisas deste nefasto governo que infelicitou e infelicita, ainda, o povo brasileiro. Não há como aguentar tanta ignorância e insensatez sem imensa tristeza de nos vermos olhados pelo mundo como idiotas e inconsequentes.

Dilma esta no seu universo kaffkiano. Sente-se presidente sem ser, baixa decretos inexistentes e queixa-se ao papa. Ela insiste na sua loucura do general e seu labirinto. Já não governa, não dá ordens e seus gritos não são ouvidos. Se sair do Brasil amargará a não recepção e terminará na sarjeta da falta de autoestima. Seus sonhos de volta serão persistentes e seu acordar amargurado. Melhor voltar ao rio grande sabendo que o correio de vez em quando lhe enviará uma citação para explicar o inexplicável. Nem o Lula estará por perto. Sua solidão será sua loucura. Vai ter de explicar a compra de Pasadena.

Destruir a economia de um país deveria dar prisão. Afinal, são milhares de vidas afetadas pela irresponsabilidade de uma única pessoa.. Irresponsabilidade arrogante, ainda por cima. Porque a “Afastada” anda por aí com o nariz empinado, como se não tivesse feito nada. Nem um mea-culpa
, nem um reconhecimento do mal feito, nada. Impressionante.

Mesmo após o anúncio da recriação do Ministério da Cultura estes “artistas” ainda continuam ocupando o Palácio Capanema no Rio de Janeiro e dizem que não vão sair de lá. Mudaram a pauta de reivindicação. Agora falam que não aceitam o governo Temer por ser golpista.

Mesmo após o anúncio da recriação do Ministério da Cultura estes “artistas” ainda continuam ocupando o Palácio Capanema no Rio de Janeiro e dizem que não vão sair de lá. Mudaram a pauta de reivindicação. Agora falam que não aceitam o governo Temer por ser golpista. A extinção do Ministério foi só um pretexto para a desordem. Se o Temer ceder a cada solicitação desta turma vai passar imagem de fraco. E sempre vai surgir uma outra justificativa para a gritaria. Na minha modesta opinião, como eles deram sinal de que vão para o enfrentamento, e deixaram claro que o problema não é Ministério, o Temer tem que dar um murro da mesa e voltar atrás. Fica do jeito que está. Ministério da Educação e Cultura. A maioria da população vai entender. É só vir a público e explicar de modo claro qual a verdadeira intenção dos artistas. Ainda dá tempo. Não deveria ter voltado atrás. Os “artistas” vão continuar a produzir um monte de lixo com o nosso dinheiro. Inaceitável!

Acontece que no Brasil, povo com mais de 70% de analfabetos ou semi alfabetizados o que se entende por “cultura” são os entretimentos! Ou seja: shows com cantores (muitas vezes, apenas, berradores) quer sejam de funk (coisa horrível), de músicas sertanejas (poucas são, de fato, sertanejas), de rock, modinhas (muito comuns entre nossas cantoras, cantores e compositores), alguma coisa de teatro, de cinema. Não se pensa em conhecimentos da espécie humana (de onde veio, como é agora e para onde vai), das espécies dos animais, das ciências agrárias (ambas responsáveis pela nossa alimentação e tão maltratadas nesta pobre nação), das ciências médicas, de engenharia, físicas, astro físicas, da literatura passada, presente e futura, da música clássica (ópera? nossa! Isto é xingar a mãe) e popular, etc. etc. etc. Poucos, muito poucos mesmo, sabem o que é folclore, quem foi Machado de Assis, Eça de Queiroz, Castro Alves e tantos outros e os modernos, entre eles Carlos D. de Andrade. Nem falar em Homero, Ovidio, Virgílio, Mozart! Pode-se contar nos dedos quantos leem, pelo menos, um jornal mais ou menos sério! Enfim, aqui vale a máxima romana: pão e circo! Pois é nisto que resume nossa cultura, mais especificamente: nos forrós, shows e outras manifestações populares que não atraem os que ainda, felizmente, detêm um pouco de cultura!

Os que fazem e fizeram a CULTURA BRASILEIRA de todas as épocas : Gregório de Mattos, Olavo Bilac, Castro Alves,Cruz e Souza, João Cabral de Mello, Manoel Bandeira, Gilberto Freyre,Carlos Drumond de Andrade, Carlos Pena Filho, Mauro Mota,Machado de Assis, Jorge Amado, Clarisse Lispector, Érico Veríssimo, Guimarães Rosa, José Lins do Rego, Alvaro Lins,Graciliano Ramos; pintores e escultores: Pedro Américo, Amoedo, Castanheto, Visconti, Batista da Costa,Bernadeli, Portinari, Di Cavalcanti, Tarsila, Volpi, Panceti, Cicero Dias, Vicente do Rego Monteiro, Francisco Brennand; na musica , popular e erudita, Chiquinha Gonzaga,Carlos Gomes,Heitor Villas Lobos, Camargo Guarnieri, Ataufo Alves, Zequeti, Capiba, Noel Rosa . Neste setor, são tantos os gênios, que é melhor parar por aqui.Estou citando apenas 1% dos intelectuais brasileiros. Brasil já foi um celeiro de CULTURA.
Os gênios da lista acima,não viviam do dinheiro do estado, usavam sua genialidade para criar e até editar e divulgar suas obras imortais.O dinheiro do estado deve ser empregado em saúde, educação, segurança e moradia para a população, sobretudo a mais pobre. Alguns destes “artistas” que vivem de lei Rouanet, como não sabem escrever ou pintar, fazem INSTALAÇÕES, tipo: um anão pendurado na parede dentro de uma moldura, ou um bando de canalhas em círculo, com o dedo no orifício do canalha da frente.Cada instalação custa dois milhões de reais. Isto é pago pelos brasileiros de bem. Chamam isto de Arte Conceitual, e reprisam o Dadaismo, como se fosse uma novidade.Ignorantes, analfabetos. Essa porcaria de Dadaísmo não deu certo nem pra Marcel Duchamps.
Michel temer faz uma grande tolice em dar satisfação a estes “artistas”. Perde uma grande oportunidade de começar a mudar uma mentalidade retrógrada, antiga, fora de moda, tacanha, canalha e desonesta que tomou conta do Brasil .

Não gostei da atitude do presidente. Não vai haver mudanças. Tudo vai ficar medíocre como está. Que pena!!!!!!

Ainda sobre Nárnia...

Proc. de Justiça Fabio Costa Pereira.                                                                                                  ...